Yung Buda – Cemitério (Versão do Álbum) Lyrics

Cemitério (Versão do Álbum) Lyrics – Yung Buda

“Não acredite em tudo que vem da TV”
“Na real ‘cê tem que se levar a sério”
Fui buscar um item de buff pra você
Numa quest craftando alguns minérios
Faltam poucos minutos pra anoitecer
Eu vou deixar o som tocando no stereo
Falta pouco pra eu de fato esquecer
Uma carta da sua mão pro cemitério
Eu derreto muito ouvindo OST
Digito enquanto escrevo alguns mistérios
Você nem escutou o som que eu fiz pra você
Outro bloco construindo meu império
Ainda não sei o que eu posso te dizer
Talvez se recomeçar em outro hemisfério
Giro o mundo, corto o tempo pra te ver
Não quero que esse seja o ultimo verso

Volto pra cidade, compro cartas raras
Se eu quero, posso me chamar de Seto Kaiba
Encho um cemitério, armadilha falsa
Tudo pra botar notas no bolso da minha calça
Cinco comprimidos, meia-noite
Sim, mãe, tenho vontade de voltar, só que não vejo mais estrada
Cicatriz marcando, pra ser justo nesse meio me renovo
Eu não esqueço nunca, então vou deixar marca
Fala pro meu pai, não tem problema, eu entendi
O que ele não quis me ensinar eu tive que aprender na marra
Isso é muito peso, eu sinto muito, não é seu tempo
Toda vez que fecho os olhos escuto sempre uma risada
Já ‘tô terminando isso, eu sei, vou te falar
Que na metade da história eu tive que perder minhas asas
Sei que ‘tô chegando, meu momento talvez venha quando eu não tiver mais aqui
Então posso voltar pra casa

“Não acredite em tudo que vem da TV”
“Na real ‘cê tem que se levar a sério”
Fui buscar um item de buff pra você
Numa quest craftando alguns minérios
Faltam poucos minutos pra anoitecer
Eu vou deixar o som tocando no stereo
Falta pouco pra eu de fato esquecer
Uma carta da sua mão pro cemitério
Eu derreto muito ouvindo OST
Digito enquanto escrevo alguns mistérios
Você nem escutou o som que eu fiz pra você
Outro bloco construindo meu império
Ainda não sei o que eu posso te dizer
Talvez se recomeçar em outro hemisfério
Giro o mundo, corto o tempo pra te ver
Não quero que esse seja o ultimo verso